Depois da morte de António, assassinado por Olga, Tomás mergulha ainda mais no álcool e perde o controlo da própria vida. Nem os constantes pedidos de Laura o conseguem afastar da bebida, e a enfermeira decide terminar o noivado, cansada das recaídas e das traições que o ligam de novo a Verónica.

Desesperado com a possibilidade de perder de vez a mulher que ama e receoso de que Verónica fuja com o bebé, Tomás procura ajuda nos Alcoólicos Anónimos (AA). Em reunião, confessa que, desde a morte do pai de criação, nunca conseguiu estar sóbrio mais do que dois dias.

Apesar do receio de ser internado, o gestor aceita seguir o conselho do orientador e tenta encontrar forças em reuniões diárias. “Nunca vou ficar bem”, desabafa, mas ouve que a recuperação não é uma linha reta e que as recaídas fazem parte do processo.

Determinado a mudar, Tomás assume o compromisso de lutar contra o vício, pedir desculpa às pessoas que magoou e tentar reconquistar Laura. O futuro do casal — e o destino do bebé — ficam agora nas mãos da sua capacidade de resistir ao álcool.

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