Na novela 'Vitória', o pedido de divórcio feito por João deixa de ser apenas o fim de um casamento e passa a ser o início de uma guerra sem regras. Depois de rasgar os papéis da separação, Isabel cruza uma linha perigosa ao usar a filha como arma.
A ameaça que muda tudo
Dominada pela raiva e pelo orgulho ferido, Isabel acusa João de a abandonar da mesma forma que o pai fez no passado. Num tom agressivo e emocionalmente carregado, lança a ameaça mais devastadora: "Se decidires complicar, esquece a guarda partilhada da Lia. Vou fazer tudo para que fique só comigo até aos 18 anos."
As palavras caem como um choque. João reage de imediato e recusa ceder à chantagem emocional. "Não uses esse truque baixo. A Lia não é um instrumento", responde, deixando claro que não permitirá que a filha seja usada numa guerra entre adultos.
João não recua
Apesar da tensão, João mantém a posição. Afirma que o divórcio seguirá em frente com ou sem a assinatura de Isabel e reforça que fará tudo para proteger a filha. A ameaça de afastamento não o intimida, mas deixa marcas profundas.
Isabel, com a voz trémula, insiste que tem argumentos para afastar João da criança. A discussão sobe de tom e confirma que o conflito deixou de ser conjugal para se tornar parental.
A filha no centro do conflito
Mais tarde, João procura conforto na filha e vive um momento de proximidade que contrasta com a violência emocional anterior. O advogado mostra-se determinado em garantir estabilidade à criança, mesmo sabendo que a batalha com Isabel será longa e desgastante.
A ameaça de perder a filha torna-se o ponto mais sensível deste confronto, elevando o divórcio a um nível extremo.
