A exumação do cadáver de Manuel já está a dar os primeiros e perigosos frutos na novela da SIC. Cientes de que a nova autópsia pode deitar por terra a tese de suicídio, as vilãs de "Vitória" entram em contagem decrescente. Nos próximos episódios, a mansão vai ser palco de uma aparatosa operação policial, deixando Carolina e Margarida sem margem para fuga.
A Invasão com Mandado de Busca
Tudo acontece quando a agente Alice e vários inspetores da polícia batem à porta da mansão com um mandado judicial de busca e apreensão. Carolina tenta manter a pose aristocrática e protestar contra o que considera uma "ofensa à memória do marido", mas as autoridades não vacilam e espalham-se pelas divisões da casa, revirando gavetas, armários e escritórios à procura de vestígios de crime, armas ou documentos ocultos.
O verdadeiro momento de pânico acontece no andar de cima. Ao perceber que a polícia vai passar a pente fino os aposentos, Margarida corre para o quarto determinada a destruir ou esconder documentos altamente comprometedores que a ligam ao dia da morte do pai e às contas bancárias secretas.
De luvas calçadas para não deixar impressões digitais, Alice entra de rompante no quarto e apanha a vilã em flagrante delito. Numa tentativa desesperada de disfarçar, Margarida tenta esconder os papéis atrás das costas e alega privacidade, mas a agente da polícia mantém-se firme e implacável:
"Se não tem nada a esconder, colabore. Estes documentos estão apreendidos para investigação."
O Desespero de Carolina
Enquanto as autoridades recolhem sacos cheios de potenciais provas materiais, Carolina assiste a tudo na sala, a ver o seu império e a sua liberdade por um fio. Com os filhos Henrique e Sérgio a apoiarem as investigações da polícia, as duas mulheres percebem que a cumplicidade que as unia no crime pode agora transformá-se numa rampa de lançamento direta para a prisão.
