Em Destino Maior, a convivência entre Diogo e Augusto chega ao limite. Cansado de ser rebaixado, o jovem decide sair de casa. Isabel tenta demovê-lo, mas ele mantém-se firme. E Augusto, longe de mostrar arrependimento, volta a humilhar a mulher e despreza a decisão do filho.
Diogo faz as malas
Desde que os pais regressaram do Canadá, Diogo tem sido alvo de críticas constantes e de comparações com a irmã. Farto de ser rebaixado, abandona a casa da família. Com a mochila às costas e um trolley na mão, prepara-se para partir, perante os olhares preocupados de Isabel e Leonor.
A mãe tenta fazê-lo reconsiderar, mas o filho não cede. Leonor chega a sugerir que ignore as provocações do pai, e Diogo reage: pergunta-lhe se é isso que diria a um paciente com dores. Isabel tenta desculpar o marido, lembrando que sempre teve um feitio complicado. Diogo, porém, recusa continuar a aceitar o comportamento dele e desabafa: não consegue fazer vista grossa. Diz que a violência não é só física e que a forma como Augusto os trata, a ele e à mãe, lhe dá a volta ao estômago.
Apesar da tristeza de Isabel, Diogo está decidido. Explica que tentou regressar ao antigo apartamento, mas que o senhorio já o alugou, por isso ficará provisoriamente num hotel. Abraça a mãe e tranquiliza-a, dizendo que vai ficar bem e que assim será melhor para todos. Depois sai, deixando Isabel abatida.
Leonor recusa intervir
Depois da saída de Diogo, Isabel pede a Leonor que convença Augusto a pedir desculpa ao irmão. A médica perde a paciência e responde que não é a guia espiritual do pai. Arrependida do tom, acaba por pedir desculpa à mãe e despede-se, porque tem de ir trabalhar. Isabel fica sozinha, impotente perante a desunião da família.
Augusto não mostra arrependimento
Na manhã seguinte, Isabel confronta o marido e pergunta-lhe que parte da saída do filho é que ele não percebeu. A resposta deixa-a incrédula: Augusto diz "Aleluia!" e acrescenta que, afinal, o miúdo tem espinha. Isabel acusa-o de ter provocado a saída do filho, mas ele desvaloriza. Diz que é bom saber que Diogo tem a sua garra quando é preciso e que não é mole como ela.
Isabel enfrenta-o: mesmo numa situação tão triste, Augusto está mais preocupado em humilhá-la do que em reconhecer que foi um bruto. Ele garante que Diogo voltará quando perceber que precisa de dinheiro. Isabel defende o filho, lembrando que trabalha e está a terminar a pós-graduação. O empresário desvaloriza o emprego dele na oficina de barcos.
Determinada a provar-lhe o contrário, Isabel dá-lhe a morada da oficina e diz-lhe que vá lá ver, mas que tenha a decência de pedir desculpa ao filho. Antes de sair para uma aula de ioga, Augusto agarra-a pelo braço e exige saber quem é a cliente. Isabel solta-se, responde que se trata de uma mulher e abandona a casa.
Com informação da revista TV Guia.