A história entra numa das fases mais tensas. Depois de ser raptada por Sérgio, Vitória regressa a casa desorientada e vive o pior pesadelo de uma mãe: Francisco desapareceu.

Junto à escola, Liliana convence o menino a ir com ela, garantindo que foi Vitória quem a enviou. Apesar de hesitar, Francisco acaba por confiar. Acredita que vai ao encontro da mãe, mas rapidamente percebe que algo está errado.

Sequestro na praia

No passadiço da praia, Francisco começa a desconfiar da mulher. Quando tenta fugir, Liliana perde o controlo e arrasta-o à força. No meio do pânico, o menino deixa cair a garrafa que trazia consigo — um detalhe que pode vir a ser decisivo.

Entretanto, Vitória procura o filho desesperadamente. Ao descobrir que a escola já fechou e que Francisco não está lá, entra em pânico e sai sem rumo.

Acusações e violência na esquadra

Na esquadra, Vitória relata a Durão que foi drogada e que o filho desapareceu. Em lágrimas, sente-se culpada e teme o pior. João tenta apoiá-la, enquanto o inspetor garante que tudo será feito para encontrar o menino.

Afonso e Matilde aguardam angustiados, mas o ambiente complica-se com a chegada de Margarida. Vitória acusa-a de estar por trás do desaparecimento. A discussão sobe de tom e a vilã acaba por agredir a cunhada com uma chapada.

Num momento cruel, insinua ainda que Vitória bebeu e se esqueceu do filho. A costureira explode e jura que nunca a perdoará caso algo aconteça a Francisco.

Francisco fechado e aterrorizado

Num quarto isolado, numa casa de praia, Francisco está fechado, assustado e em lágrimas. Liliana leva-lhe comida e tenta controlar a situação, mas o menino grita e pede ajuda.

A tensão aumenta e o destino da criança fica em aberto. Conseguirá a polícia chegar a tempo?

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